A solidão das palavras sem eco
Liduina  do  Nascimento
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Travessia







Aquela poesia arrancada da alma, 
que não sabia caminhar,
dessas loucas almas sem guardião,
sem hora certa para remoer suas ansiedades?
O tempo vem e docemente, as transforma,
Por quê
O tempo é um semeador que só quer colher os frutos,
D'outra coisa ele não quer saber.
Entretidos em conflitos às vezes inexistentes
perde-se o caminho...
Problemas criados somente por você que,
não respira fundo, tenso, não se deixa viver,
Não enxerga o amor, onde ele exatamente está.
Duro é atravessar o seu próprio deserto,
Depois bastar-se,
Não precisamos de ninguém,
para encontrarmos o nosso oásis e nele nos deleitarmos.
Liduina do Nascimento
Enviado por Amor e fantasia em 11/02/2018
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