A solidão das palavras sem eco
Liduina  do  Nascimento
CapaCapa Meu DiárioMeu Diário TextosTextos PerfilPerfil
Textos





Não lamente


 

O medo mata o homem, que se agarra à terra, inventa um amor eterno e jamais terá coragem de mudar... Não é regra, porém a maioria, prefere  criar raízes, sendo que o mundo imenso foi feito para ser explorado.

Pisar outras terras é cometer algum crime? Assim alguns irão envelhecer, vivendo cada um a sua mentira, consumindo-se em suas frustrações, para manter o seu jeito de esvair-se lento, sem ter a coragem de ser autêntico.

Alguns segredos invioláveis todos os dias sentam-se à mesa para tomar o seu café da manhã, depois tem a possessividade, do meu, e do minha. 

Seu?
Sua?
Não estou entendendo...

Isso não faz bem a ninguém. Bom mesmo seria cada um ter a liberdade de ir e vir... Toda hipocrisia prevalece. Em nome não sei do quê. Sem contar o quanto se morre e se reinventa na longa estrada, sem precisar pagar o preço das juras que a sociedade hipócrita, falida, impõe. 

_ Liduina do Nascimento
Enviado por Liduina do Nascimento em 19/11/2017
Alterado em 20/11/2017
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.