Liduina do Nascimento
A vida é um poema em construção
Meu Diário
27/04/2021 20h40
Ela me contou

 

 

Ela me contou

 

Eu ouvi direitinho quando a lua me contou que sonhou com o sol e com a paciência dele esperando a noite chegar, para encontrar com ela, mesmo sabendo do impossível amor, junto o amor veio como a força dos ventos batendo portas, é... e depois não deu para voltar à  dormir, a insônia de um amor desmedido vem sempre persistir, faz você fantasiar, é a poesia vencendo o mal que há no mundo, dizendo que o amor é a melhor forma de continuar a seguir com a ilusão de ser feliz com o seu amor, mesmo quando você sabe que ele nunca virá.

 

Liduina do Nascimento

 

 

 

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Publicado por Liduina do Nascimento
em 27/04/2021 às 20h40
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11/01/2021 23h00
Amor e estrelas

Quando um dia sonhei viver um grande amor, eu não tinha imaginação o suficiente para saber como seria, viagens, planos, sonhos juntos, uma casa, um lar, filhos? Como eu poderia descrever uma linda noite em que o  amor me encontrou... Ele não estava vestido para uma festa, ele nasceu poeta, simples, sincero e sonhador, veio banhado de estrelas, e vestido de amor. Com asas de anjo, jeito travesso de menino, sendo um homem por quem para sempre me apaixonei, foi encanto, admiração, loucura, nasceu então esse amor, sem promessas, mas com muita esperança que de mim, nunca se vá, e por onde quer que caminhe tenha uma grande certeza que nunca será passado. O meu amor alimenta-se de fantasias, desejos contido e poesia, o que seria do meu amor sem as palavras. Certamente eu morreria, adoro ter você em minha vida, quando eu quero encontrar com você, caminho pelas estrelas com a certeza de não estar sozinha.

 

 

Liduina do Nascimento

 

 

Publicado por Liduina do Nascimento
em 11/01/2021 às 23h00
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01/01/2021 06h00
Os meus sonhos

Um caminho por onde passariam os meus sonhos tinha que ter muitas árvores, flores e pétalas derramadas, o canto dos pássaros não poderia faltar, não para mim, não mereço, os meus sonhos esses que há muito carrego, esses sim.

                                                                   Liduina do Nascimento


 

Publicado por Liduina do Nascimento
em 01/01/2021 às 06h00
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30/09/2020 07h00
Poema inacabado

 

 

 

Poema inacabado

 

 

A vida estava no olhar, nas palavras e nos ouvidos, estava nos desejos, estava no amor, estava na parede sem pintura, na calçada quebrada, no lodo escorregadio, estava na cor da flor. A vida estava no sopro dos ventos, no banhar das marés, estava em alto mar, no veleiro, estava no segredo escrito num cantinho escondido do convés. A vida estava, mas você não queria senti-la, arrumava qualquer desculpa, inventava amores sofridos, só para não correr para os braços da vida, que chamava, sorria, e os campos floridos, a vida corria... Por você a vida gritava, em vão, sempre em vão. Até que um dia uma criança lhe sorriu, começou à cantar, beijou as flores e começou a gritar o seu nome, a cena foi lhe cativando, o seu coração se desarmando, sem perceber você outra vez aí pelo mundo, pedindo mais vida e força, e de tanto amor suspirando. Ah a vida é mesmo esse poema inacabado, é essa vontade de acordar, é esse sorriso tão lindo que a criança traz no olhar.

 

Liduina do Nascimento

Publicado por Liduina do Nascimento
em 30/09/2020 às 07h00
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18/08/2020 14h44
Insatisfação

 

Insatisfação

 

Ser criança tem seus privilégios, principalmente na fase dos seis aos oito anos de idade, onde você tem sonhos infantis, desejos puros, e a sua única preocupação é com o boletim colegial. É acordar para fazer as suas tarefas e depois brincar, correr pelo quintal, vê as flores do jardim, correr atrás dos coelhos, e ficar parada esperando as borboletas chegarem... Ser criança... Quando eu tinha oito anos, era mágico, a vida realmente era uma perfeição, porque criança não se integra aos problemas de adulto, desde que os adultos façam de tudo para protegê-las e deixe que elas aos poucos vá descobrindo o mundo... As lembranças que carrego até hoje faz com que eu sinta a vida num todo, com saudades sim. Culpo a maioria dos pais por deixarem que os seus filhos passem mais tempo no celular, do que num quintal, ou num parque ao ar livre. Que retirem essas crianças de dentro dos locais de lazer dos restaurantes ou de ambientes artificiais, as crianças precisam de espaço livre, poder alcançar uma fruta na própria árvore, ou que tentem ao menos, precisam olhar as borboletas, os botões de flores, é preciso manter os sonhos simples das crianças, para que elas tenham uma mente voltada à natureza e as coisas simples. Não sei se estou certa, mas é isso, o que sinto, cada vez que vejo as crianças sem dar atenção para mais nada além do celular, cria um distanciamento fora do normal.

Liduina do Nascimento

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por Liduina do Nascimento
em 18/08/2020 às 14h44
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