Liduina do Nascimento
Inspirações poéticas, tema livre, nesse poema em construção que é viver.
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Flor singela









Caminho comum, estreito isolado
da civilização, tão simples
e de lembranças tão profundas.
É preciso acalmar o existir,
banhar-se com o brilho do sol,
sentir a brisa, perder-se em fantasias,
parar de vez em quando,
o vento no canavial faz tudo parecer
fácil ... Sendo o sim na negação.

                  Parar... Respirar,
                  Este é o caminho.

Diante da beleza de uma singela flor,
um amor imenso invade, a resistência
a arrogância vencidas, pelo tocante,
na vida. Em um canto esquecida,
àquela flor sorrindo, pedindo a você,
viva! Vendo você sozinho.

As flores não estão à sua frente,
em vão, não.  Cada uma delas tem algo
importante à falar, é preciso interpretá-las,
elas trazem algo de muito forte
para dentro da nossa alma, dando vontade
de continuar a amar, a acreditar e sonhar.

É uma força maior que o medo,
algo que move e o tempo todo chama.
É vontade de fazer diferente
Sair ouvindo das pessoas o seu clamor,
de afagar cada alma que sofre, no mundo 
desamor, levando a fala daquela flor.
Liduina do Nascimento
Enviado por Liduina do Nascimento em 06/02/2021
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